Inerte ante o mundo que não construi
Vejo sonhos voando em arranha-céus
Pedaços de corpos pendurados em fios de naylons
Transparentes e o som dos agogôs nos terreiros ao redor
Meus sonhos quebrando-se como vidros num tiroteio
Meus olhos não piscam as dívidas se acumulam como as noites de sonos perdidos.